A dor crônica é uma condição debilitante que afeta milhões de pessoas, especialmente em casos de artrite, artrose, fibromialgia e outras doenças reumatológicas. Os tratamentos convencionais, como analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), muitas vezes causam efeitos colaterais ou perdem eficácia com o tempo. Nesse cenário, a Cannabis medicinal surge como uma alternativa natural, segura e respaldada pela ciência.
O THC (Tetrahidrocanabinol), embora psicoativo, tem papel importante no alívio da dor:
Evidências Científicas
Pesquisas mostram que o CBD melhora a mobilidade e reduz a inflamação nas articulações
O CBDA (ácido canabidiólico) é um dos canabinoides menos conhecidos da Cannabis, mas com potencial terapêutico surpreendente — especialmente no tratamento de dores crônicas e inflamações articulares. Diferente do CBD, o CBDA é encontrado na planta crua e atua diretamente na inibição da enzima COX-2, responsável pela produção de substâncias inflamatórias no organismo.
Essa ação é semelhante à dos AINEs (Anti-inflamatórios Não Esteroidais), como ibuprofeno, diclofenaco e naproxeno, amplamente usados para tratar dor e inflamação. No entanto, o CBDA oferece uma alternativa natural e menos agressiva, com menor risco de efeitos colaterais gástricos, renais e cardiovasculares.
Com o avanço das pesquisas sobre Cannabis medicinal, o CBDA tem ganhado destaque como um aliado poderoso no combate à dor — especialmente quando combinado com outros canabinoides como CBD e CBG, formando uma fórmula sinérgica e eficaz.
Uso: 5 gotas pela manhã e 5 gotas à noite
Função: Atua na regulação do sistema endocanabinoide, promovendo equilíbrio e suporte ao controle da dor ao longo do dia.
Uso: 5 gotas na hora do almoço
Função: Combinação sinérgica com ação anti-inflamatória potente. O CBDA, em especial, inibe a enzima COX-2, semelhante aos AINEs, ajudando a prevenir quadros inflamatórios que desencadeiam dor.
Uso: Consumir ¼ de goma a cada 4 horas, somente em momentos de dor aguda
Função: O Delta 9 THC, em baixa dosagem, atua como analgésico central, sendo indicado para crises de dor. Seu uso pontual evita interferência no protocolo anti-inflamatório contínuo.
Este protocolo busca desinflamar o organismo e prevenir episódios dolorosos. Por isso, não recomendamos o uso contínuo de produtos com efeito comitiva contendo THC em óleos de uso diário. O THC deve ser reservado para momentos de dor aguda, como coadjuvante analgésico, e não misturado às formulações que visam controle inflamatório.
O acompanhamento médico é essencial para ajustes de dosagem e monitoramento da resposta terapêutica.